"Nenhum fracasso é possível no plano da alma."
O amor a segunda vista é possível!!!
O amor a segunda vista é possível!!!
Terapia para adultos, adolescentes e casal.
Transtornos de depressão, ansiedade, comportamento dissociativos e destrutivos. Situações de estresse pós-traumáticos por separação.
Atendimentos:
Dificuldades de sentir as próprias emoções, estado de embotamento ou apatia emocional.
Desequilibrio emocionalmente, irritabilidade constante ou hipersensibilidade.
Distorção da realidade, imaginação negativa ou fuga por mentiras e devaneios.
Excesso de medos, do abandono, do futuro, de rejeição, de perder as forças e não conquistar nada.
Dificuldades de criar laços afetivos.
Baixa autoestima com sentimentos de culpa, vergonha e sensação de ser inadequado.
Atendimento as vitimas de abusos por pessoas com transtorno narcisista.
Transtornos depressivos, ansiosos, dissociativo, compulsivos.
Transtorno de estresse pós-traumático por separação.
Processo de lutos.
Luto: Aceitar nem sempre é fácil especialmente quando a realidade exige acolher a perda de quem amamos. O luto é um processo complexo que demanda a aceitação da perda para viabilizar sua elaboração, ressignificando a própria vivência do amor. Inicia-se, assim, uma intensa jornada em que se faz necessário o desapego daquele que a morte retirou do convívio diário. O psiquiatra britânico Colin Murray Parkes (1998) aponta como traços característicos desse percurso a busca, o alívio, a raiva e a culpa.
Depressão Feminina
Nascemos de mães reprimidas ao longo de sucessivas gerações de mulheres rígidas, congeladas, duras e paralisadas, incapazes de tocar e, muito menos, de acariciar suas filhas.
As filhas não são embaladas por suas mães porque estas também não foram embaladas por suas avós; assim perpetuam-se gerações de mulheres que perderam a brandura do feminino. Mulheres que carregam séculos de patriarcado nas costas, afastadas de sua própria sintonia interior.
O instinto materno, muitas vezes, esconde-se atrás da depressão, comprometendo a qualidade da maternagem recebida pela filha. Como pontua Laura Gutman: “Cada criança não tocada por sua mãe é uma criança que servirá à roda da indiferença, à guerra e à submissão de uns pelos outros.”
Reconhecer essa maquinaria de repetição de dores ancestrais é o início de um processo terapêutico profundamente libertador.
A depressão deveria estar inserida nas grandes campanhas nacionais, como observamos com o câncer de mama, a aids, o autismo, o câncer de próstata etc.
Cadê a fitinha preta de apoio ao deprimido? Particularmente acredito que essa falta de apoio existe por conta do estigma que é associado a depressão pelo público leigo e também por uma pequena parcela de profissionais da área da saúde mental, que ainda veem a depressão como fraqueza ou falha de caráter. Essa é a parte mais cruel dessa doença.
"As pessoas com depressão, em sua maioria, sentem-se envergonhadas e constrangidas por sua condição, o que faz com que a doença adquira caráter silencioso."
Saibam que há possibilidades além do horizonte.
A solução é ter coragem de dizer SIM para a doença e buscar ajuda para encará-la de frente.
O tratamento adequado e uma rede de apoio é a única maneira de evitar mais prejuízos na vida pessoal, profissional e financeira.
A Euforia Ao contrário da depressão, fica evidente um aumento de energia, sensualidade e autoconfiança. Há uma alegria anormal acompanhada de um humor expansivo, eufórico ou extremamente irritável, além do aumento da autoestima. O indivíduo desconhece limites perante situações de perigo físico e pode apresentar delírios de grandeza e poder.
É comum a pessoa se sentir incansável. Geralmente gasta dinheiro de forma descontrolada, toma decisões precipitadas e alimenta ideias que resultam em complicações, prejuízos financeiros, conflitos frequentes e comportamentos de risco sexual.
Há também um elevado risco de abuso de álcool e drogas, falta de discernimento, oscilações bruscas de humor e hipersexualidade. É fundamental prevenir o agravamento do quadro para reduzir o risco de suicídio, que é significativamente alto nessa condição.
Vítimas de pais ou parceiros narcisistas: Se você é filho ou parceiro de alguém com traços narcisistas, provavelmente sente que, apesar dos seus esforços, algo "bloqueia" sua realização pessoal e profissional.
As sequelas do abuso narcisista geram bloqueios inconscientes. Quando essas marcas não são tratadas, esses bloqueios podem se arrastar por décadas, resultando em transtornos de ansiedade, depressão, despersonalização e, em casos mais graves, ideação suicida.
Se você identifica estes mecanismos de defesa em sua rotina, é hora de buscar ajuda:
Baixa autoestima: acompanhada de culpa constante, vergonha e sensação contínua de inadequação.
Desregulação emocional: hipersensibilidade de difícil controle e demora para se reestabelecer após momentos de estresse.
Medos excessivos: receio contínuo do futuro, do abandono, da rejeição, de perder as forças ou de nunca alcançar a autorrealização.
Embotamento emocional: apatia, dificuldade de sentir as próprias emoções, respostas emocionais lentas ou ausência total de reação.
Dificuldade de vinculação: oscilação entre os extremos da confiança e desconfiança, hipervigilância defensiva ou projeção de emoções nos outros.
Distorção da realidade: pensamentos catastróficos, negação, hábito de mentir, inveja recorrente e refúgio no mundo dos devaneios.
Reconhecer esses esquemas relacionais e os padrões de codependência é o primeiro passo para restaurar sua saúde mental. A solução passa por se reconectar com sua própria percepção da realidade, tomar consciência da programação psicológica instalada e seguir seu processo único de individuação.
Atendimentos com adolescente: Nos atendimentos com adolescentes, percebo que aquele considerado "difícil" costuma estar em ressonância com outra pessoa de sua família — muitas vezes enredado em suas deficiências, vícios e doenças. Ao compreender o significado desse movimento em sua alma, olho junto com ele para esse familiar que busca ser acolhido. Percorremos, então, um caminho compartilhado no qual o jovem se sente seguro para expressar suas emoções mais dolorosas e manifestar sua singularidade.
De modo geral, compreende-se que o desenvolvimento juvenil abrange a puberdade (dos 12 aos 14 anos), a adolescência propriamente dita (dos 15 aos 17 anos) e a adolescência tardia (dos 18 aos 21 anos), cada uma com características próprias. Esse período é frequentemente carregado de conflitos parentais, autoestima instável, somatizações e transtornos de conduta, alimentares (como obesidade, bulimia e anorexia), neuróticos, depressivos ou de drogadição, podendo chegar, em casos extremos, à conduta suicida, direta ou indireta. Soma-se a isso o impacto das intensas transformações físicas e hormonais, que geram angústia pela perda da identidade infantil, estranhamento em relação à própria imagem e insegurança diante do desconhecido. Quando pais e professores não estão preparados para acolher essas projeções, a falta de compreensão pode levar a julgamentos e retaliações, resultando no afastamento emocional do jovem e no enfraquecimento dos vínculos familiares.